Arroz doce de figo

Eu desconfiava sempre quando faziam uma deliciosa iguaria e diziam simplesmente que calhou ou foi por acaso. “Hummm… Está bem está…” – pensava eu! Até ter acontecido comigo ao fazer esta papinha de arroz e figo.
Fomos passar o fim-de-semana ao Alentejo e era suposto regressarmos Domingo a seguir ao almoço mas acabámos por prolongar a estadia até ao final do dia. Então e o lanche da Francisca?? Olhei em volta e não estava fácil. Até que vi os figos acabados de colher.

Então, eu, armada em Masterchef de papas e do improviso, comecei a provar figos juntamente com outros frutos para ver o que melhor combinava.

A maçã foi a eleita! Com uma bolacha daquelas de arroz, tipo pipoca ou esferovite e já está. Depois lá acrescentei o iogurte e ao provar achei que a canela lhe daria o toque final.

Não estava enganada, ficou um delícia este arroz doce fingido, aprovado por todos e com um dos meus frutos preferidos e talvez dos poucos alimentos que tive desejos (se é que isso existe) de comer na gravidez. Pena que a época deste fruto naturalmente doce e rico em fibras seja tão curtinha mas enquanto há, é impossível não aproveitar!

6 Comments

  • Liliana diz:

    Olá 🙂
    O meu bebecas tem 9 meses e meio e fazemos blw misturado com algumas refeições com colher. Mas tenho receio de arriscar ainda alguns alimentos. Não é cedo para essaa bolachitas de arroz e iogurtes gregos?

  • Manuela diz:

    Quais foram as bolachas de arroz que usou? Obgd

  • Sandra Santos diz:

    Olá Liliana, Cá em casa seguimos a mesma metodologia: BLW e papinhas! Estas bolachinhas de arroz só têm arroz integral entre a lista de ingredientes. Algumas têm 1% de sal mas encontra facilmente sem sal adicionado. Quanto à consistência, nesta receita em particular a ideia é esmigalhar bem as bolachas e ao juntá-las à fruta as migalhas vão ficar amolecidas, sendo por isso muito fácil para o bebé mastigar e deglutir a papinha, sem riscos. Quanto ao iogurte grego, existem algumas diferenças no processamento e composição dos vários iogurtes gregos no mercado. Os critérios de escolha devem ser: escolher os não açucarados e aqueles cuja lista de ingredientes se resume a leite e fermentos lácteos. Quando assim é, a diferença entre o iogurte grego e o “normal” está sobretudo na consistência. Na realidade, o iogurte grego é produzido a partir do iogurte normal, através da remoção do soro do leite (água e compostos hidrossolúveis), o que lhe garante uma maior cremosidade. No entanto, tal como refiro no artigo, pode usar iogurte natural “normal” e fica igualmente delicioso, sem qualquer perda do ponto de vista nutricional. beijinhos para si e para o seu bebecas 🙂

  • Sandra Santos diz:

    Olá Manuela, são umas bolachas iguais às da foto, onde a boneca está sentada… Encontra em todos os supermercados, muitas vezes na secção de produtos naturais ou dietéticos. São uns discos que o João descreve como parecendo de esferovite 🙂

  • Filipa Rodrigues diz:

    Olá Sandra!!! Diga me uma coisa, que outro tipo de fruta posso juntar sem ser o figo? Obrigada e Parabéns pelo seu site! Fã…Fã..Fã… 🙂

  • Sandra Santos diz:

    Olá Filipa! Pode experimentar fazer a papinha com banana, que fica bem com quase tudo ou, aventurar-se juntando um dióspiro madurinho. Acredito que deve ficar delicioso. Beijinhos e bom ano

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