Esta é uma das minha receitas preferidas deste novo livro. E foi aprovada em família, já que numa das minhas visitas ao Porto, a casa dos meu pais, foi esta a refeição que cozinhei. O meu irmão sempre foi um «picky eater»: o típico esquisitinho. Como ele é doze anos mais novo do que eu, lembro-me de que as refeições eram sempre um castigo. Principalmente para ele, que era sempre forçado, pela minha mãe, a comer mesmo contra a sua pouca vontade. Hoje em dia, embora já seja adulto, continua a não dar grandes hipóteses a sabores ou iguarias que não lhe são familiares. Por isso, a melhor crítica para esta receita foi o facto de a ter devorado e pouco ter sobrado para os restantes convidados… Ups! Para a próxima tenho que rever o tamanho das porções…

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